A água como mercadoria: cenas de uma longa disputa

A cidade de São Paulo tem uma relação opressora com os cursos d’água que correm por debaixo dos pés dos paulistanos. A metrópole apressada nem se dá conta que abaixo das grandes avenidas correm rios, córregos, cursos d’água e que cantos insuspeitos da cidade abrigam ainda nascentes.

No início do Séc. XX a gestão municipal cria a Cia. Cantareira de Águas iniciando um período de significativas mudanças na relação dos paulistanos com este recurso natural.

Este editorial, escrito pela historiadora Renata Geraissati e pelo também historiador Diógenes Sousa, mostra que a relação dos munícipes com as novas diretrizes da gestão pública não foi tão cordial e as mudanças significaram o conceito da água como uma mercadoria.

Naquele contexto de crescimento da cidade e a necessidade de adequação às novas normas, a Casa da Boia se firmava como uma importante fornecedora de material hidráulico para os munícipes e para o poder público.

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